Odeio as lágrimas que me vencem e a vontade que supera o meu querer, os teus nãos que me enchem o desgosto da distância e a saudade por não te ver. Com o tempo se alteram vontades momentaneamente invencíveis pelo amanha mas que apenas num sopro de contradições tudo o que se criou, se desmorona. Procuro justificações credíveis, não quero julgar, apenas ouvir e entender. Preciso que me ensines a descobrir-te. Recordo, todo o passado em esboços desfocados e enrugados pelo desprezo do presente. No prazer doloroso guardo as mágoas revestidas de um carinho descaracterizado que me vincam no rosto a nostalgia. De ti guardo o inesperado impreciso que me enalteceu o ego e que agora enterra a esperança. Momentos cúmplices cravados em amor, semeados na pele amarga pelo desejo, argumentam-me a insistência em nós e encontram no silêncio a identidade do sentir no seu todo. No teu olhar a reciprocidade encobre a diferença cruel da qual ignoras o temer da tua indecisão. Como pode a tua boca falar de discriminação quando és tu próprio a fazê-la? Salientas todos os erros medíocres em mim escondendo a realidade que te perturba e com desculpas hipócritas me cegas a concordância. Permito que me desfaças o que me resta da alma, ofereço-te a essência do ser sem vida própria, resigno-me para me aceitares e com indiferença me recebes. Manipular a liberdade que te pertence não cabe a mim fazê-lo, só o teu espaço te prende ao que não consentes esquecer, pois ainda o invocas. Escrevo-te, leio-te e evidencio-te em sublimes palavras soltas pelo que me soubeste dar, e agora, que me condenas, não te quero libertar.terça-feira, 30 de junho de 2009
Desculpas hipócritas
Odeio as lágrimas que me vencem e a vontade que supera o meu querer, os teus nãos que me enchem o desgosto da distância e a saudade por não te ver. Com o tempo se alteram vontades momentaneamente invencíveis pelo amanha mas que apenas num sopro de contradições tudo o que se criou, se desmorona. Procuro justificações credíveis, não quero julgar, apenas ouvir e entender. Preciso que me ensines a descobrir-te. Recordo, todo o passado em esboços desfocados e enrugados pelo desprezo do presente. No prazer doloroso guardo as mágoas revestidas de um carinho descaracterizado que me vincam no rosto a nostalgia. De ti guardo o inesperado impreciso que me enalteceu o ego e que agora enterra a esperança. Momentos cúmplices cravados em amor, semeados na pele amarga pelo desejo, argumentam-me a insistência em nós e encontram no silêncio a identidade do sentir no seu todo. No teu olhar a reciprocidade encobre a diferença cruel da qual ignoras o temer da tua indecisão. Como pode a tua boca falar de discriminação quando és tu próprio a fazê-la? Salientas todos os erros medíocres em mim escondendo a realidade que te perturba e com desculpas hipócritas me cegas a concordância. Permito que me desfaças o que me resta da alma, ofereço-te a essência do ser sem vida própria, resigno-me para me aceitares e com indiferença me recebes. Manipular a liberdade que te pertence não cabe a mim fazê-lo, só o teu espaço te prende ao que não consentes esquecer, pois ainda o invocas. Escrevo-te, leio-te e evidencio-te em sublimes palavras soltas pelo que me soubeste dar, e agora, que me condenas, não te quero libertar.terça-feira, 2 de junho de 2009
Devuélveme la vida...

Pido perdón por no haber escuchado
Tus ruegos
Pido perdón, por las lágimas que
Hablan de mí,
Pido perdón por tus noches a solas
Pido perdón por sufrir en silencio por ti.
Te pido perdón,
A sabiendas que no los concedas
Te pido perdón
De la única forma que sé.
Devuélveme la vida,
Devuélveme la vida,
Recoge la ilusión
Que un día me arrancó tu corazón,
Y ahora...devuélveme la vida.
Yo no volveré a quererte de nuevo a escondidas
No intentaré convertir mi futuro en tu hiel
No viviré entre tantas mentiras,
Intentaré convencerte que siempre te amé
Y yo
Te pido perdón, aún sabiendo que no los concedas
Te pido perdón, de la única forma que sé.
Devuélveme la vida,
Devuélveme la vida,
Recoge la ilusión
Que un día me arrancó tu corazón,
Y ahora...
Devuélveme la vida
Devuélveme la vida,
Esconde en tu cajón
Los recortes de amargura
De mi amor
Y ahora...
Devuélveme la vida
Devuélveme la vida,
Esconde en tu cajón
Los recortes de amargura
De mi amor
Y ahora...
Devuélveme la vida,
Devuélveme la vida,
Recoge la ilusión
Que un día me arrancó tu corazón,
Y ahora...devuélveme la vida.
Orozco
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